
MARIANA SOB A CHUVA
Chove. Mariana está encolhida em um ponto de ônibus, junto com uma pequena multidão também surpreendida pela chuva. Ônibus cheios, de vidros embaçados e carros com faróis acesos passam. As sandálias e a ponta do vestido indiano de Mariana estão molhados. Seus cabelos só úmidos. Mariana aperta a bolsa hippie contra o peito. Chove forte. Ela pensa em correr. Mas, seria inútil. Aonde quer que fosse, chegaria ensopada. Enfim, resolve ficar ali e se conforma em assistir as gotas de chuva pesada caírem.
Satisfeita, Mariana acompanha a água encher de brilho a pele cinza da cidade.
Chove. Mariana está encolhida em um ponto de ônibus, junto com uma pequena multidão também surpreendida pela chuva. Ônibus cheios, de vidros embaçados e carros com faróis acesos passam. As sandálias e a ponta do vestido indiano de Mariana estão molhados. Seus cabelos só úmidos. Mariana aperta a bolsa hippie contra o peito. Chove forte. Ela pensa em correr. Mas, seria inútil. Aonde quer que fosse, chegaria ensopada. Enfim, resolve ficar ali e se conforma em assistir as gotas de chuva pesada caírem.
Satisfeita, Mariana acompanha a água encher de brilho a pele cinza da cidade.
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