
VIVO UMA CRISE
Vivo uma crise um tanto quanto assustado
Dizem que é assim, que não tem nada errado
Mas se é assim o que me sobra?
Não posso pagar o que a vida me cobra.
Nem todas as noites, nem todas as drogas
Me ajudam a entender como é que se joga
Preciso de algo pra ocupar a cabeça
Até que isto enfim desapareça
Vivo uma crise
Já não sinto fome, dor ou medo
Quero de volta o que nunca tive
e isto não é mais nenhum segredo
Vivo um crise
O almoço é frio, o café gelado
Meço o tempo pelos maços de cigarro
Não aguento mais remédio nem terapia
Toda noite parece meu último dia
A luz me ofusca, o escuro me agride
Estou na mesma, vivo uma crise
Vivo uma crise um tanto quanto assustado
Dizem que é assim, que não tem nada errado
Mas se é assim o que me sobra?
Não posso pagar o que a vida me cobra.
Nem todas as noites, nem todas as drogas
Me ajudam a entender como é que se joga
Preciso de algo pra ocupar a cabeça
Até que isto enfim desapareça
Vivo uma crise
Já não sinto fome, dor ou medo
Quero de volta o que nunca tive
e isto não é mais nenhum segredo
Vivo um crise
O almoço é frio, o café gelado
Meço o tempo pelos maços de cigarro
Não aguento mais remédio nem terapia
Toda noite parece meu último dia
A luz me ofusca, o escuro me agride
Estou na mesma, vivo uma crise
3 comentários:
Vivo uma crise.
Nada me falta, do nada que tenho.
Mas em crise sangro. Sangro porque dói o crime. O crime do que se foi e o castigo do que se é.
À propósito, temos mesmo o mesmo nome em versões masculina/feminina! =)
Todos nós.... todos nós!!!!!
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