
bailarina
tuas maõs teus dedos
tua silhueta
cabelos e pele
a expressão que teu rosto assume ao fim da tarde
o teu perfume
compõe a paisagem
que invade meu sonho,
o universo ao alcance
do meu olho
bailarina
a tua boca rosa embala meus versos
me faz satisfeito com migalhas
com fogo de palha
e cego para os teus defeitos e falhas
bailarina
teu riso me intriga
teu olhar me desliga
e me obriga sempre a tentar
te impressionar
atrair teu olhar
p/ tudo o que faço
e por mais que eu tente
não me afasto
sigo teu rastro
bailarina
não danço tua dança
nem uso tua aliança
tampouco sustento
sonho ou esperança
de que estas palavras
alcancem teus ouvidos -
são só a expressão de um desejo
cansado
de ser contido
tuas maõs teus dedos
tua silhueta
cabelos e pele
a expressão que teu rosto assume ao fim da tarde
o teu perfume
compõe a paisagem
que invade meu sonho,
o universo ao alcance
do meu olho
bailarina
a tua boca rosa embala meus versos
me faz satisfeito com migalhas
com fogo de palha
e cego para os teus defeitos e falhas
bailarina
teu riso me intriga
teu olhar me desliga
e me obriga sempre a tentar
te impressionar
atrair teu olhar
p/ tudo o que faço
e por mais que eu tente
não me afasto
sigo teu rastro
bailarina
não danço tua dança
nem uso tua aliança
tampouco sustento
sonho ou esperança
de que estas palavras
alcancem teus ouvidos -
são só a expressão de um desejo
cansado
de ser contido
1 comentários:
Grande Érico:
Teu poema soa como uma canção.. ao som do qual uma bailarina dança,com os olhos voltados para o ´horizonte e um sorriso enigmático..terá ela lido o que você escreveu ?..Gosto muito dos seus poemas transparentes...um abraço...
TOUCHÉ
http://poetasdeguarulhoseoutrosversos.zip.net
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